O rápido avanço tecnológico vivido nos dias de hoje tem gerado novas técnicas e novos produtos com o objetivo de melhorar a qualidade de vida do ser humano. A área médica, por ser um dos fatores mais significativos desse aumento da qualidade de vida, beneficia-se consideravelmente desse processo evolutivo, elaborando meios cada vez menos invasivos e mais seguros na busca pela saúde humana. Sem dúvida, é nesta área que temos a junção do maior número de tecnologias (ótica, microeletrônica, robótica, informática, radiação, bioquímica, biofísica, etc.) aplicadas para o benefício do ser humano, sempre com o objetivo de suprir a vontade inata de viver mais, com o menor sofrimento.
Podemos citar os avanços nas áreas de terapia e diagnósticos, nos últimos 30 anos, como: os Centros de Tratamento Intensivo (ventiladores pulmonares, balão de contrapulsação aórtica, monitores multiparamétricos, etc.); as cirurgias cardíacas (aparelhos de anestesia, de circulação extra-corpórea, focos prismáticos, bisturis de argônio, etc.); os diagnósticos por imagem (ultra-sonografia, tomografia computadorizada, cintilografia, ressonância magnética nuclear); os exames laboratoriais (bioquímica, hematologia, etc.); os processos cirúrgicos cada vez menos invasivos (videolaparoscopia). Todos esses avanços demonstram a grande evolução já alcançada nos equipamentos biomédicos e, sem dúvida, evoluiremos mais e mais a cada dia. O maior problema encontrado nessa evolução é acompanhar os crescentes custos, pois os benefícios são cada vez maiores e melhores. No entanto, representam custos permanentemente elevados, mesmo quando essa tecnologia já está mais difundida. Um exemplo vivo é o preço de uma ressonância magnética nuclear, que pode atingir alguns milhões de dólares.
As pesquisas necessárias para tal evolução consomem recursos muito importantes, desde a investigação básica até a comercialização do produto. Esses valores, cada vez mais crescentes, são cobrados da sociedade, ou através do sistema público ou do sistema privado. De fato, essa evolução tem que ser sustentada direta ou indiretamente pela sociedade, que necessita dar conta de um conjunto de demandas que ultrapassa a assistência médica. Sendo assim, surgem algumas ponderações: Que custos são aceitáveis? Quais são as prioridades? Prevenir ou tratar? E como organizar o acesso a tecnologias cada vez mais onerosas?
Neste contexto, sabe-se que a comunidade científica não vai parar de pesquisar e desenvolver novas tecnologias, pois o que se pretende é viver mais e melhor.
Fonte:http://www.brasilmedicina.com.br/noticias/pgnoticias_det.asp?Codigo=1546
domingo, 15 de junho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
Tecnologia e Medicina
Nesses últimos anos têm-se observado como a tecnologia vem influenciando a área da medicina, trazendo cada vez mais benefícios. Com modernos recursos tecnológicos, proporcionaram aos médicos os meios necessários para uma melhor pesquisa (diagnóstico) e um maior conhecimento na luta contra doenças, aparelhos: ópticos, radiação, bioquímica, robótica e etc. Foram aplicados sempre para o benefício do ser humano, com o objetivo de viver mais, com menor sofrimento e desfrutando de maior saúde. Como tudo, nesse meio, também há pontos negativos, que são os custos crescentes, cobrados na sociedade acima do poder aquisitivo da maioria das pessoas, a relação de negligência com o exame clínico, a medicina tornou-se mais técnica e menos humana,onde o médico passou a dar menos atenção às queixas do paciente e examiná-lo mais apressadamente.Atualmente sabe-se que o “mundo” não vai parar de pesquisar e desenvolver novos meios tecnológicos,então, o melhor a fazer é “aproveitar” bem essa evolução, procurando sempre buscar o menor custo e o maior benefício.
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